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Exercícios na Terceira Idade: uma smartband pode ajudar você no monitoramento diário

Na melhor idade você precisa se cuidar mais nos exercícios e o monitoramento diário se torna fundamental. Veja mais.

Vem se tornando cada vez mais comum ver pessoas já na terceira idade que decidem começar a se exercitar e levar uma vida mais ativa e saudável. No entanto, ainda existe bastante gente que tem receio de se aventurar pelas atividades físicas, já que a partir dos 60 anos o corpo já não é mais o mesmo, os limites de resistência diminuem e muitos já possuem algum tipo de problema de saúde que pode atrapalhar ou impedir de fazer qualquer coisa.

Hoje, porém, a tecnologia já avançou de maneira suficiente para que os medos sejam deixados de lado: é possível monitorar cada passo ou batimento cardíaco para não ter maiores problemas ao fazer exercícios físicos – seja a musculação, a corrida, a natação ou que mais gostar. Assim, mesmo quem apresenta alguma condição limitante pode ficar tranquilo e correr para a academia sabendo que está tudo sendo monitorado (se receber a permissão do médico, é claro!).

Como se exercitar na terceira idade

A indicação da maioria dos profissionais que lidam com exercícios de pessoas acima dos 60 anos costuma ser a mesma: se manter ativo é o mais saudável. O sedentarismo não é nada adequado, sendo cada vez mais relacionado ao surgimento de doenças crônicas de todos os tipos, então a melhor prevenção é se exercitar desde mais novo e manter a rotina de atividades com o passar dos anos.

Mas, naturalmente, a capacidade física e o desempenho caem conforme envelhecemos. Flexibilidade, coordenação motora, força muscular e até o fôlego recebem um baque conforme temos mais idade, tornando necessárias algumas adaptações no treino para seguir praticando sem maiores problemas – e sem precisar parar.

Baseados em pesquisas científicas recentes, pesquisadores e especialistas determinaram que a frequência ideal de atividade para quem está na terceira idade é o exercício moderado (até 70% do consumo máximo de oxigênio) de duas a três vezes por semana. Aí basta escolher entre musculação, corrida, caminhada, pedalada, natação, hidroginástica, entre muitas outras opções, e começar a levar uma rotina mais ativa e saudável.

Veja clicando aqui as tendências de saúde e exercícios de 2017.

A Smartband e o Monitoramento

Para garantir a segurança na hora de se exercitar, vale muito a pena lançar mão da tecnologia. As smartbands, por exemplo, estão entre as tecnologias inteligentes e wearable (que você veste no corpo) mais procuradas recentemente, justamente por trazerem a facilidade de monitorar diversos dados e se manter por dentro do que acontece com o seu corpo enquanto pratica a atividade escolhida.

Com uma pulseira inteligente, é possível acompanhar resultados como os passos caminhados, a distância total percorrida, as calorias perdidas e até mesmo os batimentos cardíacos na atividade. Os dados são todos sincronizados com um aplicativo de smartphone – e também aparecem no visor – para facilitar a consulta e saber exatamente como foi o desempenho no treino.

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Para quem já passou dos 60, é fundamental acompanhar essas informações. Fica mais fácil também para monitorar os batimentos e se manter sempre dentro dos 70% do máximo desejado, para não forçar demais o corpo e arriscar a saúde.

Outra vantagem encontrada em smartbands costuma ser o monitoramento do sono. Pois é, até dormindo você pode continuar acumulando dados sobre a saúde para ter certeza que está em boa forma. Um sono de qualidade é essencial para qualquer idade, e acima dos 60 talvez seja mais importante ainda. Com tudo isso, não vale a pena investir em uma pulseira inteligente para te ajudar nos exercícios e na qualidade de vida?

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A OnMe lançou a Smartband TCD1, que traz esses benefícios e muito mais para o usuário. Ficou interessado? Peça já a sua!

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